Neste sábado, 3 de janeiro, forças militares dos Estados Unidos lançaram um ataque em larga escala na Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O presidente Donald Trump anunciou que os EUA ‘vão governar’ a Venezuela até que uma transição de poder segura ocorra, destacando a importância do envolvimento americano na indústria petrolífera do país. O ataque foi justificado como uma resposta a crimes relacionados ao narcoterrorismo atribuídos a Maduro, que está programado para ser julgado em Nova York.
As explosões e o som de aviões foram ouvidos em várias regiões, incluindo Caracas, onde o governo venezuelano denunciou a ação como uma ‘agressão militar gravíssima’. Líderes internacionais, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criticaram os ataques, alegando que representam uma violação do direito internacional e um perigo para a soberania da Venezuela. Enquanto isso, a oposição venezuelana celebrou a queda de Maduro, prometendo restaurar a ordem no país.
As repercussões do ataque americano serão amplas, com a ONU expressando preocupação sobre o precedente perigoso que tal ação pode estabelecer. A comunidade internacional observa atentamente, e reuniões estão sendo convocadas em diversos países, incluindo o Brasil e a Alemanha, para discutir a situação. A expectativa é que a situação na Venezuela continue a evoluir rapidamente, com possíveis desdobramentos nas relações diplomáticas entre os EUA e outras nações da região.

