Em 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos efetuaram um ataque militar na Venezuela, culminando na prisão do presidente Nicolás Maduro. O incidente ocorreu em meio a um contexto de crescente tensão entre os dois países, que se intensificou ao longo dos últimos anos devido a questões políticas e econômicas. A ação militar americana gerou reações de condenação e preocupação em diversos setores da comunidade internacional.
As autoridades estadunidenses justificaram o ataque como uma medida necessária para restaurar a democracia na Venezuela, país que enfrenta uma grave crise política e humanitária. Por outro lado, o governo venezuelano classificou a ação como uma violação da soberania nacional e anunciou represálias. A situação levou a uma rápida mobilização de aliados e uma intensificação do discurso antiamericano na região.
Diante desse cenário, analistas apontam que o ataque pode desestabilizar ainda mais a América Latina, exacerbando conflitos e polarizando ainda mais as relações entre os países da região. As consequências desse evento ainda são incertas, mas o impacto nas dinâmicas políticas e sociais da Venezuela e de seus vizinhos pode ser significativo. A comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos, à medida que a necessidade de um diálogo pacífico se torna cada vez mais urgente.

