EUA realizam ataque e prendem presidente da Venezuela em operação relâmpago

Fernanda Scano
Tempo: 1 min.

Na madrugada de 4 de janeiro de 2026, os Estados Unidos conduziram um ataque militar em solo venezuelano, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. A operação, que surpreendeu a comunidade internacional, foi descrita como uma mudança de regime abrupta, levantando questões sobre as intenções dos EUA na América Latina.

Esse ataque ocorre em um contexto de crescente tensão entre os Estados Unidos e o governo de Maduro, que enfrenta sanções econômicas e isolamento diplomático. A ação militar pode ser vista como uma tentativa dos EUA de impor uma nova ordem política no país, desafiando a soberania venezuelana e acirrando ainda mais os conflitos na região.

As implicações desse ato são profundas, podendo alterar a dinâmica política na Venezuela e impactar as relações entre os EUA e outros países latino-americanos. Observadores alertam para a possibilidade de uma escalada de violência e instabilidade, à medida que o governo de Maduro tenta consolidar seu poder em meio a essa situação crítica.

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