EUA neutralizam defesa aérea russa e capturam Maduro na Venezuela

Bruno de Oliveira
Tempo: 1 min.

Em 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram uma operação militar em Caracas, que resultou na captura de Nicolás Maduro. A defesa aérea da Venezuela, equipada com sistemas russos, não conseguiu interceptar as aeronaves americanas, que incluíam caças de última geração. A operação foi facilitada por um ciberataque que comprometeu o fornecimento de energia e a capacidade de resposta das forças locais.

Os sistemas de defesa aérea da Venezuela, que haviam sido promovidos por Maduro como robustos, falharam em sua função principal. Especialistas apontam que a falta de manutenção e o despreparo das Forças Armadas contribuíram para a ineficácia da defesa. Além disso, a operação dos EUA foi planejada com precisão, incluindo ataques a instalações estratégicas que garantiram a segurança dos aviões americanos.

O desfecho da operação levanta importantes questões sobre a segurança nacional da Venezuela e a confiabilidade dos armamentos russos. A situação também sugere um possível recuo do apoio russo à Venezuela, o que pode impactar a dinâmica política e militar da região. A incapacidade de resposta das Forças Armadas venezuelanas e a surpresa diante do ataque revelam vulnerabilidades que podem ter consequências duradouras.

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