No dia 17 de janeiro de 2026, os Estados Unidos realizaram um ataque letal na Síria, eliminando Bilal Hasan al-Jasim, um líder vinculado à Al Qaeda. Este indivíduo tinha conexões diretas com um membro do Estado Islâmico, que foi responsável pela morte de três americanos em um ataque em dezembro de 2025. O almirante Brad Cooper, comandante do Comando Central dos EUA (CENTCOM), afirmou que essa ação demonstra a determinação americana em perseguir terroristas que ameaçam suas forças.
O CENTCOM descreveu al-Jasim como um “líder terrorista experiente” e destacou sua ligação com um ataque que resultou na morte de dois militares americanos e um intérprete civil em Palmyra. Esta operação faz parte da campanha mais ampla dos EUA contra o Estado Islâmico, denominada “Operação Hawkeye Strike”. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, reafirmou a postura firme dos EUA contra o terrorismo, enfatizando que o país nunca esquecerá as vítimas e não se renderá.
O ataque levanta questões sobre a continuidade da presença militar americana na Síria e seus impactos na luta contra o extremismo. A ação também pode aumentar as tensões na região, à medida que os EUA intensificam seus esforços para desmantelar redes terroristas. A resposta internacional a essa operação será crucial para a estabilidade política e a segurança no Oriente Médio.

