Na quarta-feira, 7 de janeiro, os Estados Unidos anunciaram a apreensão de dois petroleiros, um no Atlântico Norte e outro no Caribe, ambos sob sanções relacionadas ao bloqueio da Venezuela. O petroleiro no Caribe foi interceptado pelo Comando Sul, enquanto o no Atlântico foi detido próximo à Islândia após uma perseguição prolongada, conforme relatado pelo Comando Europeu dos EUA.
A apreensão dos navios reflete a intensificação da pressão americana sobre o regime venezuelano, que vem se agravando desde setembro. O secretário de Energia dos EUA declarou que o controle das vendas de petróleo da Venezuela será mantido indefinidamente, o que pode impactar significativamente a economia global. A Rússia e a China, que têm interesses na região, expressaram descontentamento com as operações militares e o bloqueio.
As ações dos EUA também levantam questões sobre a legalidade do bloqueio e as consequências para o mercado de petróleo internacional. O governo venezuelano, agora sob a liderança interina, enfrenta desafios para sua economia, enquanto as apreensões podem resultar em novas tensões geopolíticas. O desdobramento dessa situação pode afetar as relações internacionais e as dinâmicas de mercado relacionadas ao petróleo.

