Um relatório recente revelou que trinta e duas empresas de combustíveis fósseis foram responsáveis por metade das emissões globais de dióxido de carbono em 2024, uma redução em relação a 36 no ano anterior. A Saudi Aramco se destacou como a maior poluidora sob controle estatal, enquanto a ExxonMobil foi identificada como a principal poluidora de propriedade privada. Essas informações levantam questões sobre a responsabilidade das corporações na crise climática.
Os críticos das principais empresas de combustíveis fósseis acusam-nas de estar em desacordo com a história e de sabotarem ações climáticas necessárias. Apesar disso, a crescente utilização de dados de emissões está começando a proporcionar uma base para responsabilizar essas empresas por suas práticas. A pressão sobre essas corporações pode aumentar à medida que a conscientização sobre a crise climática se intensifica.
As implicações deste estudo são significativas, pois destacam a necessidade urgente de políticas mais rigorosas para regular a indústria de combustíveis fósseis. À medida que a sociedade civil e os investidores demandam maior transparência e responsabilidade, as empresas podem ser forçadas a adotar práticas mais sustentáveis. O futuro da ação climática depende, em grande parte, da disposição dessas empresas em mudar suas operações e reduzir suas emissões.

