Enfermeiros de Nova York fazem greve por melhores condições e benefícios

Fernanda Scano
Tempo: 2 min.

Em 12 de janeiro de 2026, aproximadamente 15 mil enfermeiros de três grandes hospitais de Nova York iniciaram uma greve em busca de melhores condições de trabalho e manutenção de benefícios. A paralisação afeta instituições de destaque, como o Mount Sinai Medical Center e o NewYork-Presbyterian, e ocorre em um momento crítico, com o sistema de saúde sob pressão devido à alta demanda durante a temporada de gripe.

Os enfermeiros, representados pela New York State Nurses Association, alegam que as administrações hospitalares estão ameaçando reduzir os benefícios dos trabalhadores. Em resposta, os hospitais afirmam que a decisão de greve é imprudente e mobilizam recursos para garantir a continuidade do atendimento. A governadora de Nova York, Kathy Hochul, destacou que mantém diálogo com ambos os lados e já tomou medidas para assegurar o atendimento aos pacientes durante a paralisação.

A greve destaca não apenas as dificuldades enfrentadas pelos profissionais de saúde, mas também a necessidade urgente de garantir condições de trabalho seguras e dignas. Com relatos de violência em hospitais e o impacto dos recentes cortes governamentais em programas de saúde, a situação levanta questões sobre a sustentabilidade do sistema de saúde e o futuro das relações trabalhistas na área. Assim, os desdobramentos deste impasse podem influenciar novas discussões sobre políticas de saúde e direitos dos trabalhadores na cidade.

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