O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, em declaração feita nesta sexta-feira, 2, afirmou que não voltará ao Brasil por enquanto, mas que lutará para não perder seu cargo na Polícia Federal. A declaração surge após a publicação de uma portaria que determinou seu retorno imediato ao cargo de escrivão na delegacia de Polícia Federal em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, após a Câmara dos Deputados declarar a perda de seu mandato parlamentar por faltas.
Eduardo, que reside no Texas desde março de 2025, fez suas declarações em um vídeo onde expressou sua indignação com a diretoria da PF e alega ser alvo de perseguição. Ele enfatizou que não desistirá de seus direitos, incluindo aposentadoria e porte de arma, e criticou a cúpula da Polícia Federal, chamando-a de ‘Gestapo’. A situação é ainda mais complexa com o retorno de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, à carceragem da PF em Brasília.
A determinação da PF para que Eduardo retome suas funções na corporação levanta questões sobre sua continuidade na carreira pública e as possíveis implicações legais que enfrenta. Com a perda do mandato, a licença concedida para o exercício da função parlamentar perdeu validade, o que pode afetar suas ambições políticas futuras. O desdobramento desta situação poderá impactar tanto a trajetória de Eduardo quanto a percepção pública sobre a Polícia Federal e suas ações recentes.

