Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal pelo PL-SP, corre o risco de enfrentar sanções administrativas por não ter se apresentado ao cargo de escrivão na Polícia Federal. A ausência do ex-parlamentar se dá após a cassação de seu mandato em dezembro de 2025, e a PF já sinalizou que pode abrir um processo disciplinar caso considere sua falta injustificada.
A legislação brasileira prevê que um servidor público pode ser demitido por abandono de cargo. Desde a perda do mandato, a licença de Eduardo para exercer suas funções na Câmara dos Deputados deixou de ter efeito, e a PF determinou seu retorno imediato ao trabalho. Eduardo reside atualmente no Texas, nos Estados Unidos, e não se pronunciou sobre a situação.
O desdobramento desta situação pode impactar a imagem pública de Eduardo Bolsonaro e trazer repercussões sobre sua carreira política futura. A decisão da PF de instaurar um processo disciplinar ressalta a seriedade com que as ausências injustificadas são tratadas no serviço público. Assim, Eduardo deve se posicionar rapidamente para evitar consequências mais severas.

