Eduardo Bolsonaro pode enfrentar sanções por falta na Polícia Federal

Isabela Moraes
Tempo: 1 min.

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal pelo PL-SP, enfrenta a possibilidade de medidas disciplinares da Polícia Federal devido à sua ausência injustificada no cargo de escrivão. Desde que se elegeu para a Câmara dos Deputados, ele não retornou ao seu posto, o que pode levar a um processo administrativo. A PF já determinou o retorno imediato de Eduardo ao cargo, após a cassação de seu mandato em dezembro de 2025.

Com a legislação vigente, a ausência sem justificativa pode resultar em demissão para servidores públicos. A Polícia Federal notificou que, com a cassação do mandato, a licença concedida a Eduardo para assumir seu cargo parlamentar não é mais válida. Assim, a corporação busca regularizar a situação funcional do ex-deputado, que se encontra nos Estados Unidos desde março de 2025.

Eduardo, que atuou como escrivão entre 2010 e 2014, poderá ser submetido a um processo que pode impactar sua carreira e reputação pública. Sua licença expirou em julho de 2025, e suas faltas passaram a ser contabilizadas. A situação levanta questões sobre a responsabilidade de servidores públicos e as consequências de suas ausências.

Compartilhe esta notícia