Eduardo Bolsonaro nega retorno ao Brasil e resiste a ordem da PF

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou, nesta sexta-feira, 2, que não retornará ao Brasil e que não entregará seu cargo na Polícia Federal, apesar de uma portaria que determinou seu retorno imediato à delegacia em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado, ele reiterou que se considera alvo de perseguição e defendeu seu direito à aposentadoria e porte de arma.

A determinação da Polícia Federal coincide com a declaração da Câmara dos Deputados sobre a perda do mandato de Eduardo por faltas, o que invalidou sua licença para o exercício do cargo. Eduardo, que vive no Texas desde março de 2025, criticou a direção da PF, insinuando que estaria sujeito a caprichos de autoridades corruptas dentro da corporação.

Com a pressão crescente, as implicações dessa resistência de Eduardo podem desdobrar-se em tensões adicionais entre ele e a Polícia Federal, além de possíveis repercussões políticas. A situação revela um cenário complexo, onde questões de poder, honra e lealdade familiar se entrelaçam em um contexto já conturbado pela condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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