Eduardo Bolsonaro luta por cargo na PF enquanto permanece nos EUA

Camila Pires
Tempo: 2 min.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro declarou, nesta sexta-feira, que lutará para manter seu cargo como escrivão da Polícia Federal, mesmo após a determinação de retorno ao Brasil. Desde fevereiro, ele reside nos Estados Unidos e alegou não ter condições de voltar ao país. A decisão da PF, publicada no Diário Oficial da União, estabelece prazos e menciona sanções em caso de ausência.

Eduardo, que teve seu mandato cassado por faltas, enfrenta processos administrativos por declarações públicas contra a corporação e ameaças a delegados federais. O ato de retorno foi assinado pelo diretor substituto da PF e refere-se ao cargo na Delegacia em Angra dos Reis, onde ele deve regularizar sua situação funcional. A PF já havia aberto uma investigação sobre suas ações nos EUA, ligadas a tentativas de articular sanções contra autoridades brasileiras.

As declarações de Eduardo não apenas refletem seu desejo de permanecer na PF, mas também levantam questões sobre as implicações legais de sua permanência nos EUA. Caso não retorne, ele pode enfrentar sanções administrativas, incluindo a demissão. O contexto político e jurídico que envolve seu caso pode influenciar a percepção pública e a sua relação com a Polícia Federal e o sistema judiciário brasileiro.

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