Divórcio: 7 passos financeiros para uma transição segura

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

Em 2024, o Brasil contabilizou 428,3 mil divórcios, um recuo de 2,8% em relação ao ano anterior, segundo o IBGE. Com quase metade dos casamentos terminando em separação, a reorganização financeira se torna um aspecto crucial durante este processo, evitando conflitos futuros e problemas legais. O planejamento financeiro deve ser iniciado logo no início do divórcio, levando em conta o regime de bens adotado pelo casal.

A crescente complexidade patrimonial das famílias, somada ao aumento dos recasamentos, intensifica a necessidade de um planejamento financeiro eficiente. É essencial realizar um levantamento detalhado de todos os bens e dívidas, pois isso pode acelerar acordos e minimizar disputas. Além disso, é importante considerar que investimentos e rendimentos também fazem parte da partilha, o que exige uma análise cuidadosa do patrimônio.

Por fim, após o divórcio, é vital reorganizar o orçamento pessoal e planejar o futuro financeiro. Isso envolve a revisão de despesas e renda, levando em conta novos custos que surgem após a separação. Discutir questões financeiras não apenas fortalece a individualidade, mas também protege os interesses de cada um durante este período delicado.

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