Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa homenageia Mãe Gilda

Eduardo Mendonça
Tempo: 2 min.

O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é celebrado hoje, 21 de janeiro, em memória a Mãe Gilda de Ogum, uma ialorixá que faleceu em 2000. Gilda sofreu ataques de intolerância que impactaram sua saúde, culminando na sua morte, uma tragédia que gerou indignação entre as comunidades religiosas. A data foi instituída pela Lei 11.635 de 2007, visando ampliar a conscientização e respeito às diversas práticas religiosas no Brasil.

A morte de Mãe Gilda é um marco na luta contra a intolerância religiosa, simbolizando a resistência das religiões de matriz africana. Recentemente, uma reportagem destacou o crescimento das comunidades de terreiro e os esforços de uma delegacia especializada para combater o racismo religioso. Este cenário evidencia a importância da luta pela liberdade de crença, destacando que a religiosidade deve ser respeitada independentemente da forma como se manifesta.

A liberdade religiosa no Brasil permite a convivência de diversas crenças, incluindo a possibilidade de cultos politeístas e práticas espirituais que não se restringem a instituições religiosas. A sociedade deve compreender que a religiosidade é uma expressão pessoal que pode coexistir com a diversidade de crenças. O dia de hoje não apenas homenageia Mãe Gilda, mas também reafirma a necessidade de respeitar e proteger todas as formas de fé e espiritualidade.

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