Em 20 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos expressou novamente seu interesse em controlar a Groenlândia, levantando preocupações sobre as repercussões para a aliança da OTAN. Essa insistência por parte da administração americana pode ser interpretada como uma tentativa de fortalecer a posição geopolítica dos Estados Unidos na região do Ártico, o que impactaria diretamente as relações com os aliados europeus.
A Groenlândia, com sua localização estratégica, pode se tornar um ponto focal para a segurança e a defesa, especialmente à luz das crescentes tensões entre potências globais. O controle da ilha poderia permitir um maior acesso a recursos naturais e ampliar a presença militar dos Estados Unidos, alterando o equilíbrio de poder na região. Essa situação também levanta questões sobre a coesão da OTAN e a capacidade da aliança em responder a novas ameaças.
As implicações dessa demanda podem ser significativas, não apenas para a aliança militar, mas também para a política externa americana. Um movimento efetivo para controlar a Groenlândia poderia exacerbar as divisões dentro da OTAN e complicar as relações da UE com os Estados Unidos. O futuro da cooperação transatlântica pode ser moldado por essas ações, exigindo um monitoramento atento das reações de aliados e adversários.

