A Venezuela, outrora considerada a nação mais rica da América do Sul, tinha um PIB per capita superior ao de potências como França, Itália e Alemanha na década de 1950. No entanto, a riqueza gerada pelo petróleo, em vez de promover um desenvolvimento sustentável, contribuiu para uma dependência econômica que se mostrou prejudicial. Essa trajetória culminou em uma crise sem precedentes, afetando a qualidade de vida de milhões de venezuelanos.
O país, que se beneficiou enormemente de suas reservas de petróleo, viu sua economia desmoronar devido à má gestão e à corrupção institucional. As flutuações nos preços do petróleo, combinadas com políticas econômicas ineficazes, levaram a um colapso econômico significativo. A escassez de bens básicos e a hiperinflação se tornaram parte do cotidiano da população, que enfrenta dificuldades extremas para suprir suas necessidades essenciais.
As implicações dessa crise são profundas e se estendem além das fronteiras da Venezuela, afetando a estabilidade regional. Com a economia em ruínas, o país enfrenta um êxodo maciço de cidadãos em busca de melhores condições de vida. A situação atual serve como um alerta sobre os riscos da dependência de recursos naturais e a importância de estratégias econômicas diversificadas.

