O programa ‘Bola Quadrada’, de VEJA, discutiu o reposicionamento do Cruzeiro no cenário esportivo nacional, destacando sua intenção de se tornar um forte concorrente de Flamengo e Palmeiras. A análise de Amauri Segalla e Fábio Altman enfatizou o investimento em uma SAF, que possibilitou a retenção de jogadores-chave e contratações ambiciosas, como a de Gerson, apontada como a mais cara da história do futebol brasileiro.
Segalla elogiou a abordagem do Cruzeiro, ressaltando a importância de manter talentos e investir em um elenco robusto. A chegada do treinador Tite, no entanto, gerou questionamentos sobre sua capacidade de organizar um time repleto de estrelas, especialmente após um desempenho abaixo das expectativas com a Seleção Brasileira. As discussões incluíram também a situação do Atlético Mineiro e seu atacante Hulk, refletindo as complexidades do futebol atual.
Com as mudanças e a nova estratégia, tanto o Cruzeiro quanto o Atlético Mineiro entram em 2026 com grandes expectativas, mas também com incertezas. A dinâmica do futebol é complexa, e a verdadeira eficácia das contratações e da gestão técnica só será revelada ao longo da temporada. Assim, as próximas competições se tornam cruciais para avaliar o sucesso desses esforços no cenário esportivo nacional.

