Na última segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, a Anvisa apresentou novas regulamentações para a produção de cannabis medicinal no Brasil. A presidente do Instituto Humanitas360 e membro do Conselhão, Patrícia Villela Marino, avaliou essas normas como ‘limitadas’, argumentando que não refletem o verdadeiro potencial da planta para o país.
A proposta, que surgiu em resposta a uma decisão do Superior Tribunal de Justiça, inclui três resoluções que abrangem desde a importação de sementes até o plantio, processamento e distribuição de produtos. Embora a Anvisa tenha avançado ao regulamentar a cannabis medicinal, Marino acredita que as diretrizes ainda são tímidas e carregadas de receios infundados, colocando o Brasil em uma posição inferior em relação a outros países que já avançaram no tema.
As críticas de Marino levantam preocupações sobre a efetividade das novas normas e seu impacto no desenvolvimento da indústria da cannabis medicinal no Brasil. A discussão sobre a regulamentação dessa planta é crucial, pois pode influenciar tanto o acesso dos pacientes a tratamentos inovadores quanto o impulso de um novo setor econômico no país.

