Crisis de mortalidade infantil persiste em Gaza com mais de 100 mortos

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

O Ministério da Saúde da Palestina confirmou que oito crianças morreram de hipotermia neste inverno em Gaza, incluindo uma recém-nascida de apenas 27 dias. A bebê, chamada Aisha Ayesh al-Agha, faleceu devido ao frio intenso, e quando chegou ao hospital Nasser, em Khan Younis, já era tarde demais para salvá-la. Este trágico incidente destaca a grave situação de saúde enfrentada pela população local após o cessar-fogo.

Além das mortes já confirmadas, há relatos de que os serviços de saúde materna e neonatal na região foram desmantelados, exacerbando ainda mais a vulnerabilidade de mães e crianças. A falta de infraestrutura adequada e os efeitos do intenso frio têm contribuído para um aumento alarmante na mortalidade infantil, refletindo uma crise humanitária em desenvolvimento. As condições de vida em Gaza permanecem severamente comprometidas, sem perspectivas de melhora imediata.

As implicações dessa crise são profundas, pois a saúde infantil é um indicador crucial do bem-estar geral de uma população. Com o aumento das mortes infantis, há um chamado urgente por assistência humanitária e intervenções que possam restaurar os serviços de saúde essenciais. O cenário atual exige atenção internacional e esforços significativos para mitigar os efeitos devastadores da situação em Gaza.

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