A recente captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, ocorrida no sábado, trouxe novas dinâmicas para a Colômbia, onde o presidente Gustavo Petro se vê em um confronto direto com o presidente norte-americano Donald Trump. Essa situação emergente promete impactar as campanhas legislativas e presidenciais colombianas, programadas para março e maio de 2026, respectivamente.
De acordo com análise publicada pela XP, a crise na Venezuela não apenas afeta a política interna da Colômbia, mas também acentua desafios migratórios e a presença de grupos armados na fronteira. O relatório sugere que o papel de Trump continua a ser percebido de forma negativa na Colômbia, o que pode beneficiar a imagem de Petro entre os eleitores, especialmente após a recuperação de sua popularidade no final de 2025.
Além das implicações políticas, os analistas ressaltam que a crise na fronteira entre Colômbia e Venezuela pode servir como um teste para a segurança interna do país. As reações eleitorais e a resposta a pressões externas se tornam fundamentais na construção do futuro político da Colômbia, onde as eleições prometem ser influenciadas por estes novos contornos geopolíticos.


