Desde o início de seu segundo mandato, o presidente Donald Trump implementa cortes substanciais no governo federal, resultando em demissões em massa e reestruturações em diversas agências. Com o fechamento de órgãos como a USAID, o governo entra em 2026 com uma força de trabalho reduzida em cerca de 9%, impactando diretamente milhões de cidadãos norte-americanos e também afetando a ajuda internacional e programas de saúde. As medidas incluem a demissão de mais de 150 mil funcionários e cortes em áreas críticas como saúde, educação e sustentabilidade.
As consequências dessas mudanças são alarmantes, com previsões de que a descontinuação de agências de ajuda como a USAID possa levar a milhões de mortes até 2030. A administração de Trump também está reorientando prioridades, desviando recursos de iniciativas de diversidade, saúde pública e segurança alimentar, o que poderá agravar problemas sociais e de saúde já existentes. Os cortes em programas de saúde, incluindo a redução de funcionários do CDC, levantam preocupações sobre a capacidade do governo de responder a emergências de saúde pública.
À medida que os cortes se aprofundam, as implicações para o futuro são preocupantes, com novos limites de elegibilidade para programas como o Medicaid e cortes significativos no SNAP, que afetam milhões de americanos. A redução da força de trabalho no Departamento de Assuntos dos Veteranos e a possibilidade de fechamento de agências como o CFPB ilustram um padrão contínuo de desmantelamento governamental. As mudanças em curso sinalizam uma reconfiguração fundamental do papel do governo federal na vida dos cidadãos.

