Empresas de tintas brasileiras, como Suvinil e Iquine, anunciaram suas escolhas para as cores do ano de 2026, que refletem um anseio por equilíbrio emocional e coletivo. A Suvinil elegeu as tonalidades ‘Tempestade’, um rosa acinzentado, e ‘Cipó da Amazônia’, um verde amarelado, simbolizando introspecção e renovação. Já a Iquine optou pelo azul profundo ‘Majari’, inspirado nos afluentes do Rio Amazonas, que representa a necessidade de pausa em tempos de hiperconexão.
De acordo com especialistas, essas escolhas de cores vão além de uma decisão estética; elas influenciam diretamente a forma como as pessoas habitam os espaços. A gerente de marketing da Suvinil destaca que a pesquisa das cores do ano considera tendências sociais, mudanças culturais e o comportamento humano. Os arquitetos também enfatizam a importância de entender as cores como sentimentos, permitindo que elas criem ambientes que refletem desejos e emoções.
As implicações do uso dessas cores se estendem a projetos de arquitetura e design de interiores, criando ambientes mais acolhedores e conectados às emoções humanas. A recomendação é que as cores sejam protagonistas em grandes superfícies, enquanto tons complementares aparecem em detalhes decorativos. Especialistas concordam que a cor do ano serve como uma ferramenta poderosa para transformar espaços e promover bem-estar emocional.

