Neste domingo, a Coreia do Norte manifestou sua desaprovação em relação à operação dos Estados Unidos na Venezuela, chamando-a de grave violação da soberania. O ministério das Relações Exteriores de Pyongyang divulgou um comunicado crítico, onde descreveu a ação americana como um exemplo da política desonesta dos EUA. A declaração ressalta a contínua tensão nas relações entre os dois países, especialmente em um contexto geopolítico instável.
O governo norte-coreano justificou sua posição ao afirmar que a operação dos EUA reflete uma histórica tentativa de intervenção em assuntos internos de outras nações. A Coreia do Norte, que há décadas busca justificar seus programas nucleares e de mísseis, vê essa situação como uma ameaça direta à sua segurança e soberania. Além disso, Pyongyang declarou apoio constante ao regime do presidente venezuelano, evidenciando suas alianças políticas na América Latina.
As implicações desse incidente podem intensificar ainda mais as relações já tensas entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos, que frequentemente se veem em desacordo sobre questões de segurança internacional. O apoio da Coreia do Norte a regimes aliados pode complicar os esforços dos EUA para exercer influência na região. Assim, a situação na Venezuela e a reação de Pyongyang podem ter desdobramentos significativos em termos de diplomacia e segurança global.

