A Copa do Mundo de 2026, programada para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho, será realizada em três países: Estados Unidos, Canadá e México. O evento, que se destaca por seu aumento no número de seleções participantes, de 32 para 48, promete gerar uma movimentação econômica sem precedentes, estimada em 80 bilhões de dólares. Essa cifra impressionante inclui receitas de passagens, hospedagem e outros serviços essenciais para os torcedores.
A FIFA antecipa uma receita de quase 11 bilhões de dólares, superando os 7 bilhões arrecadados na última edição, realizada no Catar. A venda de ingressos, que pela primeira vez terá preços dinâmicos, também contribui para o aumento do faturamento. Apesar da escalada nos preços, com ingressos para a final chegando a até nove vezes o valor anterior, a demanda permanece alta, com mais de 500 milhões de pedidos já registrados em apenas 33 dias.
A ampliação do evento para 48 seleções e a distribuição entre três países aumentam consideravelmente seu impacto econômico, conectando diversas cidades e criando um circuito de negócios robusto. Apesar das preocupações políticas nos EUA, o interesse dos torcedores não parece ser afetado. O evento está posicionado favoravelmente entre as duas regiões com maior número de fãs, o que promete uma presença significativa nos estádios e uma experiência inesquecível para os amantes do futebol.

