Nesta terça-feira, o Conselho Consultivo do São Paulo se reuniu para discutir o pedido de impeachment do presidente Julio Casares. Após uma reunião de aproximadamente duas horas e meia, a maioria dos membros se posicionou contra a destituição, afirmando que não há evidências concretas que justifiquem tal medida. Dos doze integrantes presentes, apenas um votou a favor do impeachment, enquanto Casares se defendeu das acusações.
O Conselho Consultivo, composto por ex-presidentes do clube, alegou em sua deliberação a ausência de provas materiais que sustentem as acusações contra Casares. Essa decisão, apesar de não ter caráter vinculativo, pode impactar o julgamento no Conselho Deliberativo, que ainda precisa aprovar o pedido de impeachment, exigindo pelo menos 171 votos favoráveis. A expectativa é que a votação ocorra em breve, mas ainda não há uma data definida.
Por outro lado, a situação de Casares tem gerado tensões entre torcedores, que recentemente realizaram protestos exigindo sua renúncia. O clima no clube permanece tenso, e a pressão sobre a diretoria aumenta à medida que o processo avança. A continuidade de Casares à frente do São Paulo dependerá não apenas das deliberações internas, mas também da reação da torcida e da habilidade da administração em restaurar a confiança no clube.

