Conselheira de Minneapolis luta contra ações de imigração após morte de enfermeiro

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

A conselheira da cidade de Minneapolis, Aisha Chughtai, expressou sua determinação em enfrentar a crise de imigração após a trágica morte de Alex Pretti, um enfermeiro de 37 anos, que foi baleado por agentes federais. O incidente, ocorrido no último sábado, gerou indignação e dor na comunidade, que clama por justiça e segurança diante da crescente repressão federal. Chughtai, que representa a área onde Pretti foi assassinado, destacou que a prioridade agora é a retirada da agência de imigração, ICE, de Minnesota.

Minneapolis tem enfrentado uma série de operações federais que resultaram em tensão e medo entre os residentes, especialmente após a morte de Pretti, que é a segunda de um morador local por agentes federais este ano. Chughtai, ao lado de muitos cidadãos da cidade, exige mudanças e um ambiente mais seguro, onde a comunidade possa viver sem receios de represálias por parte das autoridades. A conselheira também fez um apelo à solidariedade, incentivando os moradores a se unirem em apoio mútuo durante esse período difícil.

A situação destaca as implicações mais amplas das políticas de imigração em comunidades vulneráveis, levantando questões sobre a segurança e o respeito aos direitos humanos. À medida que a indignação cresce, a pressão sobre as autoridades locais e federais aumenta, sinalizando que a luta contra as operações da ICE está longe de ser resolvida. O futuro da comunidade de Minneapolis depende agora de ações coletivas e da resposta das autoridades diante desse clamor por mudança.

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