O debate no Congresso dos Estados Unidos gira em torno da possibilidade de impedir que o presidente tome controle da Groenlândia. Embora alguns republicanos se manifestem contra essa proposta, ainda não há consenso sobre a união com os democratas para barrá-la. A discussão foi iniciada em 21 de janeiro de 2026, refletindo tensões políticas internas e externas.
A Groenlândia, um território estrategicamente localizado, atrai o interesse dos EUA por suas vastas reservas de recursos naturais e posição geopolítica. A oposição dentro do Partido Republicano é um fator relevante, pois pode influenciar o resultado das negociações e, consequentemente, as relações do país com a Dinamarca, que administra a ilha. O futuro da proposta de controle presidencial permanece incerto, dependendo das alianças políticas formadas no Congresso.
As implicações de um eventual controle sobre a Groenlândia vão além da política interna dos EUA, afetando as dinâmicas de poder na região do Ártico. A resposta do Congresso poderá moldar a posição americana em relação a outros países interessados na Groenlândia, como a China e a Rússia. O desdobramento dessa situação pode ter um impacto significativo nas relações internacionais e na estratégia de segurança nacional dos Estados Unidos.

