Colisão de trens na Espanha deixa 39 mortos e reabre debate sobre segurança

Rafael Barbosa
Tempo: 2 min.

No último domingo, 19 de janeiro de 2026, uma colisão entre dois trens de alta velocidade no sul da Espanha resultou na morte de pelo menos 39 pessoas, tornando-se um dos piores acidentes ferroviários do continente europeu em anos. O ministro dos Transportes, Oscar Puente, alertou que o número de vítimas pode aumentar, uma vez que mais de 120 pessoas ficaram feridas no incidente.

As circunstâncias deste trágico evento estão sendo investigadas, com o ministro afirmando que o trecho onde ocorreu a colisão foi recentemente renovado e que o trem descarrilado estava operando abaixo da velocidade permitida. A Espanha já possui um histórico de graves acidentes ferroviários, incluindo um desastre em 2013 que matou 80 pessoas e outro em 1972 com 86 vítimas. Este novo acidente levanta preocupações sobre a segurança do sistema ferroviário do país e possíveis falhas na fiscalização.

As implicações desse acidente podem ser significativas, não apenas para a Espanha, mas para toda a Europa, onde acidentes ferroviários já foram objeto de discussão sobre segurança e regulamentação. A investigação em curso buscará determinar as causas e responsabilidades, o que poderá resultar em mudanças nas políticas de segurança ferroviária. O trágico evento reforça a necessidade de um olhar crítico sobre as infraestruturas e os protocolos de segurança operacionais na região.

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