O presidente dos Estados Unidos apresentou um novo clube global, que foi apoiado pelo Conselho de Segurança da ONU, mas com base em premissas enganosas. Em novembro, os membros esperavam que essa iniciativa fosse um passo em direção a um processo de paz em Gaza, mas o que se revelou foi uma estrutura dominada por Trump, semelhante à sua corte em Mar-a-Lago.
A proposta, que inicialmente parecia uma oportunidade de unir esforços para a paz, agora é vista como uma estratégia para marginalizar a ONU e transformar a diplomacia em um jogo de interesses pessoais. Os membros do conselho que apoiaram a ideia podem ter sido enganados, acreditando que estavam promovendo um diálogo significativo, quando, na verdade, estavam contribuindo para um clube restrito e elitista.
As implicações desse movimento podem ser profundas, pois desafiam a autoridade da ONU e podem gerar uma nova dinâmica nas relações internacionais. À medida que essa nova estrutura se desenvolve, resta saber como isso afetará os esforços globais de paz e a legitimidade das instituições existentes, uma vez que a confiança na diplomacia tradicional pode ser ainda mais erodida.

