A Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos está em processo de estabelecer uma presença permanente na Venezuela, com o intuito de influenciar o futuro político do país. A informação foi divulgada pela emissora CNN, que destacou que os planos estão alinhados com as diretrizes do governo de Donald Trump, visando um engajamento ativo na região após a captura do presidente Nicolás Maduro no início de janeiro.
Fontes próximas à operação afirmam que a CIA, em colaboração com o Departamento de Estado, está preparando uma estratégia que envolve tanto ações de curto quanto de longo prazo. A intenção inicial é criar um anexo onde os funcionários americanos possam interagir com diferentes facções do governo e figuras da oposição, estabelecendo uma rede de contatos que facilite futuras comunicações diplomáticas.
Com a instabilidade política na Venezuela, a CIA assume um papel central na implementação dessas estratégias. A abertura de um anexo é considerada essencial para a criação de canais de diálogo que poderão ser utilizados antes da formalização de uma embaixada. O diretor da CIA, John Ratcliffe, já realizou visitas ao país, sinalizando a urgência e a importância da missão americana na região.

