A China enfrentou uma queda acentuada em sua taxa de natalidade, que atingiu 5,63 nascimentos por mil habitantes em 2025, o menor índice desde a fundação da República Popular em 1949. Os dados, publicados no dia 19 de janeiro de 2026 pelo Departamento Nacional de Estatísticas, revelam uma drástica diminuição no número de nascimentos, que caiu para 7,92 milhões, em comparação com 9,54 milhões no ano anterior.
Além da queda nascimentos, o número de mortes na China superou o de nascimentos, totalizando 11,31 milhões em 2025, o que resultou em uma redução populacional de 3,39 milhões. Este cenário alarmante levanta preocupações sobre as consequências sociais e econômicas para o país, que ainda é o mais populoso do mundo, com cerca de 1,4 bilhão de habitantes, ligeiramente atrás da Índia.
Com a taxa de natalidade em declínio constante, especialistas alertam que a China pode enfrentar desafios significativos, como uma força de trabalho em envelhecimento e dificuldades em sustentar sua economia no futuro. O governo terá que considerar políticas eficazes para incentivar o aumento da natalidade, a fim de reverter essa tendência preocupante e garantir a sustentabilidade demográfica do país.

