A China declarou, em 21 de janeiro de 2026, sua determinação em defender o sistema internacional com a ONU como núcleo fundamental, um dia após receber um convite para integrar o ‘Conselho de Paz’ do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O convite, anunciado pelo governo chinês, visa promover a resolução de conflitos globais, embora Pequim ainda não tenha confirmado sua participação no conselho.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, enfatizou que a China apoia uma ordem mundial que respeite os princípios da Carta da ONU. Ele reiterou que, independentemente das mudanças no cenário internacional, a nação asiática continuará a defender o sistema das Nações Unidas. A posição de Pequim reflete seu papel como segunda maior economia do mundo e membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.
Embora a China tenha solicitado reformas no sistema da ONU, sua declaração atual ressalta um compromisso contínuo com a ordem internacional. As implicações dessa postura podem influenciar tanto as relações diplomáticas com os Estados Unidos quanto a dinâmica global, especialmente em questões relacionadas à segurança e à cooperação internacional.

