Na noite de 29 de janeiro de 2026, a China executou 11 integrantes da família Ming, uma organização criminosa envolvida em fraudes ao longo da fronteira com Mianmar, especificamente no estado de Shan. A rapidez das execuções reflete a determinação do governo chinês em combater o crime organizado que tem causado sérios problemas de segurança na região.
A família Ming operava diversos esquemas fraudulentos que afetavam tanto cidadãos chineses quanto birmaneses. Com a crescente pressão do governo sobre atividades ilícitas, a execução desses indivíduos indica uma política mais rígida e uma resposta contundente às ameaças representadas por gangues criminosas, que frequentemente cruzam a fronteira entre os dois países.
Esse episódio pode sinalizar um endurecimento das políticas de segurança na China, especialmente em relação ao crime organizado. A medida também levanta debates sobre os direitos humanos e as práticas judiciais no país, enquanto o governo busca manter a ordem e a segurança em uma região marcada por conflitos e instabilidade.

