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China e Rússia exigem libertação de Maduro em reunião da ONU

Patricia Nascimento
Tempo: 1 min.

Durante uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU em 5 de janeiro de 2026, representantes da China e da Rússia pediram a libertação imediata de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, que foi capturado por forças dos EUA. O apelo ocorreu em resposta ao ataque militar americano ao país latino-americano, gerando preocupações sobre a soberania da Venezuela e a legalidade das ações dos Estados Unidos.

O embaixador chinês na ONU, Fu Cong, manifestou preocupação com a ação militar e criticou os EUA por ignorarem as normas internacionais e a não interferência em assuntos internos de outros países. Da mesma forma, o representante russo, Vasily Nebenzya, ressaltou que Maduro é o presidente legítimo da Venezuela, apesar das controvérsias envolvendo as eleições. Ambos os diplomatas condenaram veementemente as ações dos EUA, considerando-as ilegais e abusivas.

As consequências dessa reunião podem impactar as relações internacionais, especialmente entre os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. O Brasil também se posicionou contra os ataques dos EUA, ressaltando que a exploração de recursos naturais não justifica a intervenção militar. A situação continua a evoluir, com Maduro enfrentando acusações de narcoterrorismo nos Estados Unidos, após sua captura em Caracas.

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