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China e Rússia exigem libertação de Maduro em reunião da ONU

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

Na última segunda-feira (5), representantes da China e da Rússia pediram a libertação imediata de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, durante uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU. O apelo foi feito em resposta à captura de Maduro, ocorrida no sábado (3) por forças dos Estados Unidos em Caracas, em meio a um crescente tensionamento nas relações internacionais envolvendo a Venezuela.

O embaixador chinês na ONU, Fu Cong, expressou choque com a ação militar dos EUA, classificando-a como um ato de bullying e violação da soberania venezuelana. Da mesma forma, o representante russo, Vasily Nebenzya, criticou a falta de respeito à legislação internacional, reafirmando que Maduro é o presidente legítimo da Venezuela, apesar das questões sobre a validade das últimas eleições no país. Ambos os países ressaltaram a preocupação da comunidade internacional com as sanções e a ameaça de uso da força por parte dos EUA.

As declarações de China e Rússia refletem um forte posicionamento contra o que consideram intervenções ilegítimas, com implicações significativas para a ordem internacional. Além disso, o Brasil também se manifestou no Conselho de Segurança, condenando a ação americana e alertando sobre os perigos de precedentes que possam comprometer o multilateralismo. A situação continua a evoluir, com Maduro enfrentando acusações de narcoterrorismo em Nova York, onde se declarou inocente em audiência recente.

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