O governo da China manifestou sua forte condenação à operação militar realizada pelos Estados Unidos, que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores. Em um comunicado oficial, Pequim enfatizou que essa ação representa uma violação gravíssima das normas que regem as relações internacionais e dos princípios de soberania nacional.
No comunicado, o Ministério das Relações Exteriores chinês expressou grave preocupação com a tomada forçada de Maduro, ressaltando que a incursão americana ignora os direitos internacionais e os objetivos da Carta das Nações Unidas. A China, que tem sido um aliado estratégico da Venezuela, mantém acordos bilionários com o país em setores como energia e infraestrutura, fundamentais para o governo venezuelano diante das sanções ocidentais.
Além disso, a China pediu que os Estados Unidos busquem soluções por meio do diálogo, evitando intervenções militares. Essa reação se alinha com a de outros aliados de Maduro, como Rússia e Irã, que também condenaram a operação e alertaram sobre as consequências da desestabilização da Venezuela, uma das maiores potências petrolíferas do mundo.

