O chefe da política anti-imigração da administração Trump foi demitido em 26 de janeiro de 2026, após a morte de um enfermeiro em Minneapolis, resultado de um tiroteio que gerou grande comoção pública. A decisão foi tomada em meio a uma forte reação negativa sobre a forma como altos funcionários federais, incluindo o mencionado, lidaram com a situação, exacerbando as tensões em torno das políticas de imigração do ex-presidente.
O tiroteio em Minneapolis levantou questões críticas sobre a segurança pública e a eficácia das respostas governamentais em situações de emergência. A demissão do chefe anti-imigração reflete a pressão crescente sobre a administração para que tome medidas mais responsáveis e transparentes diante de eventos que impactam diretamente a comunidade. As críticas focaram na falta de empatia e na abordagem reativa dos líderes em vez de uma resposta proativa e humanitária.
Com a saída do chefe da política anti-imigração, especialistas preveem uma possível reavaliação das estratégias e políticas em relação à imigração, especialmente em um clima político já polarizado. A situação em Minneapolis pode impulsionar um debate mais amplo sobre a segurança pública e a responsabilidade das autoridades, além de impactar futuras eleições e a percepção pública da administração em temas sensíveis como imigração e segurança.


