Cerca de 2.000 pessoas perderam a vida durante os protestos no Irã, de acordo com informações fornecidas por uma autoridade iraniana em 13 de janeiro de 2026. O governo atribui essas mortes a ataques perpetrados por ‘terroristas’, que teriam mirado tanto em civis quanto em membros das forças de segurança durante os tumultos.
Os protestos que eclodiram no Irã têm sido marcados por um clima de tensão crescente, com a população expressando descontentamento em relação a questões sociais e políticas. As autoridades, por sua vez, têm reagido de forma severa, resultando em um número alarmante de fatalidades e feridos. A narrativa oficial sugere que a violência é instigada por elementos externos, complicando ainda mais a situação interna.
As consequências desses eventos são incertas e podem impactar a estabilidade da região. O governo iraniano enfrenta o desafio de conter a insatisfação popular, ao mesmo tempo em que busca justificar suas ações de repressão. A situação atual exige atenção internacional, pois o desenrolar dos acontecimentos pode afetar não apenas o Irã, mas também suas relações com outros países.

