CDC altera calendário de vacinas infantis nos Estados Unidos

Bruno de Oliveira
Tempo: 2 min.

No dia 5 de janeiro, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) anunciaram uma revisão no calendário de vacinação infantil, que foi impulsionada por uma solicitação do ex-presidente Donald Trump. As novas diretrizes excluem seis vacinas do esquema padrão para crianças, levantando preocupações sobre a proteção contra doenças infecciosas e a cobertura por seguros de saúde.

A decisão foi tomada sem o processo habitual de transparência e discussão pública, o que gerou confusão entre médicos e famílias. Especialistas em saúde enfatizam que a decisão compartilhada entre os prestadores de serviços de saúde e os pais é fundamental para determinar a necessidade de vacinas, mas apontam que a falta de clareza sobre o que isso significa pode comprometer a saúde pública e a confiança nas vacinações.

As implicações dessa mudança podem ser significativas, especialmente em relação à acessibilidade das vacinas que não são mais recomendadas universalmente. Embora as vacinas ainda sejam cobradas por planos de saúde, a nova abordagem poderá dificultar o acesso a imunizações, impactando a saúde das crianças e a coletividade como um todo. Especialistas alertam para a necessidade de um diálogo claro entre pais, médicos e autoridades de saúde para garantir a compreensão e adesão ao novo calendário.

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