Na manhã seguinte à exitosa operação que resultou na captura de Nicolás Maduro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que a hegemonia americana na América Latina não será mais contestada. Ao prometer controlar a Venezuela e explorar suas vastas reservas de petróleo, Trump acende um debate sobre as implicações dessa ação, que podem reverberar em todo o mundo, especialmente nos mercados de energia e nas relações internacionais.
A Venezuela, com as maiores reservas de petróleo do planeta, é um ponto estratégico que atrai a atenção de potências como os Estados Unidos e a China. A intervenção americana poderá não apenas prejudicar o fornecimento de petróleo para a China, mas também desestabilizar a relação da Venezuela com o Irã, historicamente um aliado importante. O desfecho dessa situação poderá alterar o equilíbrio de poder na região, levando a uma nova era de incertezas geopolíticas.
Com a captura de Maduro, Trump envia um sinal claro a outros líderes sul-americanos, como o presidente do México e o da Colômbia, sobre a possibilidade de intervenção americana. Além disso, a situação representa um desafio direto ao regime cubano, que depende fortemente do petróleo venezuelano. O cenário que se desenha pode levar a uma reavaliação das alianças e à redefinição das normas de soberania na América Latina.

