Captura de Maduro marca fim do chavismo na Venezuela

Bruno de Oliveira
Tempo: 2 min.

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados em um ataque militar dos Estados Unidos. A operação, anunciada pelo presidente americano, é vista como um marco no encerramento de 12 anos de um governo autoritário que se iniciou com o legado de Hugo Chávez. A ação foi amplamente condenada, inclusive pelo presidente brasileiro, que a classificou como uma afronta à soberania venezuelana.

A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, confirmou que Maduro enfrentará processos judiciais nos EUA, incluindo acusações graves como narcoterrorismo. Com a captura, muitos analistas avaliam que a era chavista pode estar chegando ao fim, ressaltando que o governo de Maduro foi caracterizado por uma crescente polarização e repressão. O legado de Maduro é amplamente considerado negativo, com graves crises econômicas e sociais, além de violações de direitos humanos.

A captura de Maduro pode ter implicações significativas para a política na Venezuela e para a região. Especialistas acreditam que a transição de poder poderá abrir espaço para novas dinâmicas políticas, mas também alertam para possíveis instabilidades. O futuro do país, marcado por um histórico de crises, permanece incerto e será essencial acompanhar os desdobramentos dessa nova fase política.

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