Canadá descarta acordo de livre comércio com a China, afirma Carney

Carlos Eduardo Silva
Tempo: 1 min.

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou em uma declaração no último domingo que o Canadá não pretende seguir adiante com um acordo de livre comércio com a China. Essa afirmação surgiu em resposta à ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que prometeu tarifas de 100% sobre produtos canadenses caso o país se comprometesse com um acordo comercial com Pequim.

Carney explicou que o recente entendimento alcançado com a China se limita à redução de tarifas em alguns setores específicos que foram afetados recentemente. Essa medida, segundo ele, não deve ser interpretada como um passo em direção a um acordo de livre comércio abrangente, mas sim como uma ação pontual para aliviar tensões comerciais em áreas limitadas.

As implicações desse posicionamento do Canadá podem intensificar as tensões comerciais entre os países envolvidos, especialmente com os Estados Unidos. A recusa em buscar um acordo mais amplo com a China pode refletir uma estratégia de alinhamento mais próximo com as políticas comerciais de Washington, em um momento em que a dinâmica global das trocas comerciais se torna cada vez mais complexa.

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