Gordon McQueen, ex-defensor da seleção escocesa, faleceu em junho de 2023, aos 70 anos, em sua residência em North Yorkshire. A investigação realizada por um legista revelou que cabecear a bola de futebol ‘provavelmente’ desempenhou um papel significativo na lesão cerebral que contribuiu para sua morte. Durante sua carreira de 16 anos, McQueen defendeu clubes como Manchester United e Leeds, além de ser convocado 30 vezes para a seleção escocesa entre 1974 e 1981.
O legista destacou que a natureza do esporte pode ter impactos duradouros na saúde dos atletas, especialmente em relação a lesões cerebrais. A morte de McQueen levanta preocupações sobre a segurança no futebol e a necessidade de se considerar os efeitos a longo prazo do cabeceio de bolas, uma prática comum no esporte. Essa situação pode motivar discussões sobre regulamentações mais rigorosas para proteger os jogadores de lesões semelhantes no futuro.
Com a revelação dos resultados da autópsia, a comunidade esportiva é instada a reavaliar as práticas relacionadas ao cabeceio no futebol. A morte de McQueen não só impacta sua família e fãs, mas também serve como um alerta sobre os riscos associados ao esporte. A esperança é que essa tragédia leve a melhorias nas políticas de saúde e segurança para os atletas em todos os níveis.

