O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar nesta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026, após um período de internação que se iniciou em 24 de dezembro para tratar uma hérnia inguinal. Ele foi levado de volta à superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde deve continuar cumprindo a pena de 27 anos e 3 meses imposta pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.
Durante sua internação, Bolsonaro passou por quatro procedimentos cirúrgicos, todos realizados com a autorização do ministro Alexandre de Moraes. Na última semana de 2025, a defesa do ex-presidente solicitou a concessão de prisão domiciliar humanitária, alegando questões de saúde, mas o pedido foi rejeitado por Moraes, que considerou que os advogados não apresentaram novos argumentos que justificassem uma mudança nas decisões anteriores.
A negativa do pedido de prisão domiciliar pode ter implicações significativas para a situação legal de Bolsonaro, especialmente em um contexto em que a sua condição de saúde foi um fator considerado por sua defesa. O retorno à superintendência da PF marca mais um capítulo na trajetória do ex-presidente, que continua a enfrentar desafios legais enquanto cumpre sua pena em regime fechado.

