Boicote à Copa do Mundo de 2026 ganha força na Europa contra Trump

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

Líderes esportivos e políticos na Europa estão promovendo um boicote à Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos Estados Unidos, México e Canadá. Essa mobilização surge em meio à indignação com as políticas do presidente Donald Trump, particularmente suas ameaças de anexação da Groenlândia e medidas restritivas contra imigrantes. A petição na Holanda já conta com mais de 150 mil assinaturas e reflete um sentimento crescente de reprovação entre as nações europeias.

A discussão sobre o boicote foi intensificada em uma reunião de representantes de 20 federações europeias em Budapeste, onde o impacto das declarações de Trump foi amplamente debatido. A Dinamarca, por sua vez, considerou que uma possível invasão da Groenlândia poderia justificar ainda mais essa ação. Críticos também acusam a FIFA de transformar o evento em um instrumento de propaganda política, o que poderia comprometer a integridade da competição.

Se a adesão ao boicote for ampla, o evento pode enfrentar um isolamento diplomático significativo, afetando a relação dos EUA com os países europeus e a imagem da FIFA. A postura da federação e suas reações às ameaças de Trump serão fundamentais para o futuro do torneio. Assim, o sucesso da Copa do Mundo de 2026 não dependerá apenas da infraestrutura, mas também da estabilidade política entre os países envolvidos.

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