Na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, uma coalizão de banqueiros centrais internacionais, incluindo a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, e o governador do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, uniu-se em apoio ao presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. O respaldo surge após o anúncio de uma investigação criminal sobre uma reforma de US$ 2,5 bilhões na sede do Fed, localizada em Washington, D.C., e o depoimento de Powell ao Congresso.
Nesta declaração conjunta, os líderes enfatizaram a importância da independência dos bancos centrais como fundamental para a estabilidade econômica e financeira. Powell, que enfrenta pressões do presidente dos EUA, Donald Trump, para reduzir as taxas de juros, afirmou que a investigação reflete a frustração do presidente por não obter as decisões desejadas. Ele alertou que essa situação pode influenciar o futuro das políticas monetárias do Fed, que devem ser baseadas em evidências econômicas e não em pressões políticas.
O apoio global a Powell sinaliza a preocupação com a interferência política nas decisões monetárias, e representa um desafio à integridade das instituições financeiras. Enquanto isso, a Casa Branca afirmou que o presidente não ordenou a investigação, embora continue a criticar o Fed. As repercussões dessa investigação podem ter implicações significativas para a política monetária dos EUA e o papel do Federal Reserve no cenário econômico global.

