Em 1º de janeiro de 2026, entrou em vigor o aumento da alíquota do ICMS sobre combustíveis no Brasil, refletindo diretamente nos preços nas bombas de abastecimento. O imposto sobre a gasolina passou a ser de R$ 1,57 por litro, enquanto o do diesel subiu para R$ 1,17. Essa alteração, aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária, é aplicada em todo o território nacional, afetando consumidores diretamente.
Cláudio Araújo, diretor Jurídico da Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis, informou que, mesmo sem reajuste por parte da Petrobras, o aumento do ICMS será repassado ao consumidor. Ele também destacou que o etanol hidratado não será afetado pela nova alíquota, pois o tributo para esse combustível é calculado de forma diferente. Contudo, o aumento nos preços dos combustíveis pode provocar repercussões em setores como frete e alimentação.
Araújo alertou que a expectativa é de que os reajustes gere um efeito cascata nas semanas seguintes, impactando o poder de compra da população. O aumento ocorre em um momento de estabilidade nos preços da Petrobras, o que pode agravar a situação financeira de muitos consumidores. Assim, o cenário se torna preocupante, com possíveis consequências econômicas abrangentes.

