Ativistas pedem remoção de câmeras chinesas da Catedral de Salisbury

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 2 min.

Ativistas expressaram preocupação sobre o uso de câmeras de segurança fabricadas pela Dahua Technology, uma empresa chinesa, na Catedral de Salisbury, onde se encontra uma das cópias da Magna Carta. Essas câmeras têm sido alvo de críticas devido a alegações de que sua tecnologia contribuiu para abusos contra os direitos humanos, incluindo a situação dos uigures na China. Além disso, houve reportagens que indicam que a tecnologia foi utilizada pela Rússia durante a invasão da Ucrânia.

Esses dispositivos de monitoramento, que foram removidos de locais sensíveis do governo britânico, agora estão sob escrutínio em um dos símbolos mais importantes da justiça social. Os ativistas solicitam que a catedral tome medidas imediatas para desinstalar as câmeras, citando a vulnerabilidade de tais tecnologias em proteger valores democráticos. A situação levanta questões sobre a segurança e a ética na vigilância de locais históricos.

A pressão sobre a Catedral de Salisbury para remover essas câmeras pode instigar um debate mais amplo sobre a utilização de tecnologia de vigilância em locais emblemáticos. A resposta da catedral a essas demandas poderá influenciar a percepção pública sobre a segurança e a responsabilidade ética na preservação da história. Assim, o incidente ressalta a necessidade de um exame cuidadoso das tecnologias que utilizamos em espaços que simbolizam valores fundamentais.

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