Nasrin Parvaz, uma ativista dos direitos das mulheres, compartilha suas experiências de opressão e luta pela liberdade no Irã. Após ser presa por mais de oito anos em uma das prisões mais temidas do país, ela relembra o impacto da morte de Mahsa Amini em 2022, que deu origem ao movimento Woman, Life, Freedom. Hoje, as mulheres iranianas conquistam direitos fundamentais, como se vestir livremente e viver com seus parceiros sem medo de represálias.
A luta dos iranianos por liberdade é contínua e cada onda de resistência se torna mais forte e abrangente. Parvaz observa que, em dezembro de 2025, novas manifestações eclodiram em um bazar antigo em Teerã, evidenciando a persistência do desejo de mudança. Essas revoltas não são apenas uma luta por direitos, mas uma batalha por dignidade e respeito, onde as mulheres desempenham um papel central.
Ao apelar ao mundo por apoio, Parvaz enfatiza os altos custos dessa luta, lembrando que muitas mulheres pagaram com suas vidas pelos direitos que hoje desfrutam. A importância da solidariedade global nunca foi tão vital, pois a resistência iraniana continua a desafiar um regime opressivo. O futuro da liberdade no Irã depende do reconhecimento e do apoio internacional a essa luta corajosa.

